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AAUTAD

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Equipa recém-empossada da AAUTAD anuncia prioridades e mostra apreensão quanto ao consórcio Unorte

Na foto, da esquerda para a direita: Rui Santos, presidente da câmara de Vila Real; João Coutinho, vice-reitor para o ensino; André Coelho, recém-empossado presidente da direção da AAUTAD e Márcio Martins, recém-empossado presidente da mesa de assembleia da AAUTAD.


Tomaram ontem posse os novos órgãos sociais da Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e alto Douro.

André Coelho, de 23 anos, estudante de Ciências do Desporto, é o novo presidente da direção e já fez saber que pretende lutar por um “ensino superior mais justo e democrático”.

No seu discurso de tomada de posse, o recém-empossado dirigente associativo afirmou que o Governo tem vindo a “recuar paulatinamente com os seus compromissos” no que refere ao financiamento do ensino superior, estando previsto para este ano um corte de 90 milhões de euros para a educação. Para André Coelho, “esta é a altura certa para reforçar a luta pela educação enquanto direito democrático, universal e tendencialmente gratuito”.

O novo presidente da direção da AAUTAD apresentou também algumas preocupações quanto ao campus da academia transmontana, sublinhando a urgência na “requalificação das infra-estruturas”.

André Coelho referiu o aumento previsto no preço das refeições servidas pelos Serviços de Ação Social Escolar da UTAD, mostrando-se frontalmente contra “qualquer forma de financiamento indireto em que os estudantes sejam mais uma vez chamados a pagar”.

Outra das prioridades no mandato da nova direção da AAUTAD será o “acompanhamento com reforçada atenção” do consórcio Unorte, recentemente protocolado entre a UTAD, a Universidade do Porto e a Universidade do Minho.

“Os estudantes assistem a todo este processo com preocupação por ainda não conhecerem os resultados práticos deste acordo”, sublinhou o dirigente.

No seu discurso de tomada de posse André Coelho mostrou também interesse em reforçar a parceria já existente com a câmara municipal de Vila Real.

O presidente da AAUTAD quer que os alunos que representa passem mais tempo na cidade.

“Hoje em dia vemos a maioria dos estudantes a chegar durante o dia de segunda-feira e a irem-se embora durante a tarde de quinta, perfazendo apenas três dias na cidade. É um assunto que queremos discutir com a Reitoria e a Câmara Municipal, pois achamos que todos os agentes só têm a perder com a ausência dos estudantes. Se queremos uma universidade e uma cidade mais fortes, só o conseguiremos com eles, os estudantes”, sublinhou o novo presidente da AAUTAD.

A recém-empossada direção da AAUTAD pretende cumprir o seu mandado com base nas necessidades dos estudantes que representa, acreditando que poderá cumprir todos os objetivos a que se propuseram no seu manifesto eleitoral.

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Presidente em final de funções agradece “equipa incansável” e despede-se com sentimento de dever cumprido.

 

Pedro Romeu termina amanhã as suas funções como presidente da direção da AAUTAD. O aluno de mestrado em ciências da comunicação faz um balanço extremamente positivo, apesar de ter sido um ano complicado.

“Sabíamos que ia ser um ano complicado, um ano de crise e o ensino superior infelizmente não fugiu a ela e, consequentemente, a AAUTAD também não. Mas encaramos as dificuldades com muito otimismo e com muita vontade de trabalhar e de fazer mais e melhor”, referiu o dirigente associativo.

Pedro Romeu destaca algumas atividades realizadas ao longo do ano, como o novo programa de acolhimento aos novos alunos que incluiu a realização de “jogos sem fronteiras”e a maior aproximação aos núcleos, sendo que foi realizado uma formação para complementar o trabalho dos alunos que integram os núcleos, núcleos esses que, segundo o presidente da AAUTAD “são, de certa forma, os braços da AAUTAD na academia”.

A nível da política educativa, destaca-se a revisão, em conjunto com a reitoria, de vários estatutos, como o de atleta, o de trabalhador-estudante e estudante com necessidades especiais. Foi também revisto o regulamento pedagógico, cuja última revisão remontava ao ano de 2009.

No que refere à área desportiva, cultural e recreativa, foram muitas e diversas as atividades realizadas, o que apenas foi possível devido ao “trabalho incansável de toda a equipa”.

Pedro Romeu destaca a Semana da Cultura, que focou temas como fotografia, artesanato e vinhos. A AAUTAD apoiou também vários eventos, como festivais de tunas e o Festival Internacional de Teatro e Artes Performativas da Lusofonia, entre outros.

No desporto, destaca-se a presença de três atletas de ténis de mesa nos Europeus Universitários de Roterdão, presença essa que foi apenas assegurada pela AAUTAD, sem apoio de nenhuma outra entidade, situação que ocorreu pela primeira vez na história desta associação.

Durante este último ano a AAUTAD também conseguiu renovar todos os equipamentos desportivos das secções desportivas, o que não acontecia há mais de cinco anos.

Pedro Romeu despede-se do cargo de presidente da direção da AAUTAD, que ocupou durante o último ano, com palavras para sua equipa:

“Quero agradecer a todos e um obrigado individual a cada um dos membros da equipa que me acompanhou, que fez com que hoje me sinta um presidente satisfeito”.

 

 

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Títulos e finais registados no Excel da Secção de Ténis da AAUTAD.

Publicidade à parte, o Microsoft Excel é uma ferramenta incontornável, quer seja utilizado em ambiente profissional, académico ou a título pessoal, sendo a folha de cálculo a mais utilizada para análise e apresentação de resultados. A este propósito, o mês de Janeiro, pródigo em exames para os estudantes da UTAD, marca o habitual ritual de “preenchimento da folha de Excel” e respectivo balanço das actividades da Secção de Ténis da AAUTAD na época transacta. A temporada foi atipicamente “sazonal”, com uma estação invernal longa, o que obrigou a um ajustamento do calendário competitivo. Em retrospectiva, no ano passado, a cidade de Vila Real foi “brindada” com farta precipitação e, por isso mesmo, os tenistas da academia transmontana não tiveram propriamente as condições ideais de treino. Depois, em plena Primavera e Verão, alternando com períodos de verdadeira canícula, várias provas foram adiadas porque a chuva teimava em aparecer ao… fim-de-semana! Aliás, o resumo climatológico do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) refere 2014 como o mais chuvoso dos últimos 25 anos em Portugal Continental. No mesmo documento, o IPMA indica que Portugal Continental registou valores da temperatura média do ar e da precipitação superiores ao valor médio. Por sua vez, e segundo dados recentes da agência norte-americana NOAA - National Oceanic and Atmospheric Administration, a temperatura média à superfície da Terra em 2014 foi 0,69º Celsius acima do valor médio do século XX, o maior valor desde 1880. Preocupante… Ainda assim, e apesar das circunstâncias descritas, a temporada teve uma matriz vencedora para as principais raquetes da AAUTAD. As austríacas Head Prestige Mid de Henrique Vaz e Amadeu Fernandes (na foto), entre singulares e pares, alcançaram sete títulos e duas finais na contabilidade geral. O “regressado” Guilherme Saraiva e a sua francesa Babolat Pure Control Team também ajudou “à festa” com dois títulos e uma final. Sobre esta temporada, Amadeu Fernandes, treinador da Secção de Ténis da AAUTAD, fez a sua análise: “Realizámos bons jogos. Foram diversas finais e vários títulos. Em singulares e pares. O Henrique venceu quatro provas individuais e continua um jogador de técnica destilada. O Guilherme voltou motivado e tem uma direita cada vez mais apurada. Este ano o número de provas disputado foi, e em comparação com anos anteriores, visivelmente mais diminuto. No entanto, e face ao clima de óbvia austeridade, temos que fazer opções. Numa região onde o apoio empresarial, por exemplo, através da Lei do Mecenato Desportivo, praticamente não se manifesta, é de salientar todo o brio e arrojo dos atletas da AAUTAD e vila-realenses em geral que, com parcos recursos, conseguem operar autênticos milagres desportivos. Agradeço ainda a gentileza do CTVR na cedência das suas renovadas instalações para a realização dos nossos Open´s”, concluiu. E porque, às vezes, é mesmo preciso um esforço para se ver o óbvio, aqui fica o balancete dos principais factos almejados. A saber:

 

 

Campeonato Nacional Universitário Directo de Pares - Clube Campo da Covilhã

João Lourenço (AAUTAD) / José Almeida (AAUTAD), fase de grupos.

XXIV Torneio Festas de Nossa Senhora dos Remédios - Ténis Clube de Lamego

Nuno Soares (ANA Gondomar), vencedor singulares.

Henrique Vaz (AAUTAD), finalista singulares.

XVI Open AAUTAD

Henrique Vaz (AAUTAD), vencedor singulares.

Amadeu Fernandes (AAUTAD), finalista singulares.

III Torneio S. Pedro - Clube de Ténis Vila Real

Amadeu Fernandes (AAUTAD) / António Machado (CTVR), vencedores pares.

Paulo Padilha (CTVR) / Albano Ledo (CTVR), finalistas pares.

II Open Antigos Alunos - AAUTAD

Henrique Vaz (AAUTAD), vencedor singulares.

Ricardo Lopo (TC Chaves), finalista singulares.

Campeonato Regional de Veteranos +35 - Ténis Clube de Chaves

Henrique Vaz (AAUTAD), vencedor singulares.

Ricardo Lopo (TC Chaves), finalista singulares.

XV “Duplas” Open da AAUTAD

Luís Faustino (ex-AAUTAD / CITL), vencedor singulares.

João Vinagre (ETPP), finalista singulares.

Amadeu Fernandes (AAUTAD) / Guilherme Saraiva (AAUTAD), vencedores pares.

Pedro Teixeira (TC Chaves) / José Almeida (AAUTAD), finalistas pares.

Campeonato Nacional Universitário Individual - Clube Ténis de Évora

Raúl Sarmento (AAUTAD) - 5.º lugar.

Open XXIII Aniversário Secção de Ténis AAUTAD

Henrique Vaz (AAUTAD), vencedor singulares.

Guilherme Saraiva (AAUTAD), finalista singulares.

Amadeu Fernandes (AAUTAD) / Guilherme Saraiva (AAUTAD), vencedores pares.

Paulo Padilha (CTVR) / Albano Ledo (CTVR), finalistas pares.

AF

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Post Scriptum:
Este texto foi escrito com manifesta inobservância do Acordo Ortográfico.

 

 

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TÉNIS- Campeonato Nacional de Veteranos / Magnesium-OK

ampeonato Nacional de Veteranos / Magnesium-OK

João Marques, ex-atleta da Secção de Ténis da AAUTAD, reconquistou título de campeão nacional +35


Mérito é uma palavra que, no desporto e na vida em geral, vale aquilo que vale… Geralmente esse valor é sempre motivo de aceso debate. Mas continuam a existir as chamadas vitórias… saborosas. Aquela que João Marques, ex-tenista da Secção de Ténis da AAUTAD, obteve na edição deste ano do Campeonato Nacional de Veteranos / Magnesium-OK, é uma dessas. Mesmo na reta final do ano, ainda assim a menção é justa e honrosa para o antigo campeão regional seniores de singulares e pares da AAUTAD e motivo de regozijo para os seus antigos companheiros de equipa (na foto, da esquerda para a direita: Henrique Vaz, João Marques, Hugo Sousa e Amadeu Fernandes). Numa organização conjunta da Federação Portuguesa de Ténis e da Premier Sports, foi no clima ameno das terras algarvias, mais exactamente nos courts rápidos das luxuosas instalações de um dos melhores resorts da Europa, o Vale do Lobo Tennis Academy, que o outrora representante da academia transmontana conquistou o seu segundo ceptro de campeão nacional +35. Retrospectivamente, e para melhor enquadramento, no ano de estreia como veterano +35, e ainda com forte ritmo do circuito de seniores, Marques arrecadou o seu primeiro título de campeão nacional. Na segunda temporada, e ostentando o número 1 do respectivo ranking, voltou a disputar o derradeiro encontro desta competitiva prova. Estando a vencer por 6/3 e 5/4, acabou por “permitir” ao seu oponente (Rui Pacheco - CT Lagos) a discussão de um super tie-break, onde o algarvio foi mais forte mentalmente. Na terceira época neste escalão, com a ambição de renovar o estatuto de n.º 1 nacional pela terceira vez consecutiva e com o claro objectivo de recuperar o título perdido na final de 2013, o tenaz esquerdino optou por competir tanto no circuito nacional de veteranos, como no circuito internacional (ocupa actualmente a posição 37 do ranking mundial), o que lhe conferiu um “andamento” mais competitivo. Nesta última edição, e após uma ½ final deveras esgotante face a Nuno Topa - campeão regional de Lisboa -, voltou a discutir o título nacional com o representante do CT Lagos, Rui Pacheco. Na final, e como habitualmente, fez jus à sua resistência coriácea. Mas não foi fácil o embate. Aliás, João Marques perdeu o 1.º parcial por 6/2. No entanto, os competidores mais bem-sucedidos não são os que não caem, são aqueles que se levantam repetidamente, que sabem contornar as barreiras até voltarem ao caminho que desejavam. E assim o pensou, assim o fez! Apesar da tenacidade e reconhecida técnica do seu opositor, o ex-tenista da AAUTAD alterou a estratégica e jogou de maneira mais agressiva, o que lhe valeu a conquista do 2.º set por um expedito 6/1 e a decisiva disputa de um super tie-break. E não há nada mais emocionante no ténis que o tie-break. Neste caso, super tie-break. É a máxima expressão do jogo. Do jogo intenso, do momento onde tudo é decidido e demonstrada a real capacidade de cada jogador. Nesta fase, Marques soube executar e definir com acerto nos momentos chave, desatando este verdadeiro super “nó de gravata” por um esclarecedor 10/4. Resumindo, os parciais de 2/6, 6/1 e 10/4 dizem bem da emoção desta final, onde João Marques conquistou o segundo troféu de campeão nacional +35 para o seu palmarés. Instado a comentar este feito, Amadeu Fernandes, treinador da Secção de Ténis da AAAUTAD, referiu que “Falei com o João e estava bastante satisfeito. Disse-me que era um sonho realizado e que já não lhe podiam colocar a “etiqueta” de jogador de um só título. É um orgulho para nós termos privado com um tenista desta craveira. Foi uma fantástica conquista. O poema de Ricardo Reis (Põe quanto és no Mínimo que Fazes), é bem indicado à sua postura tenística”, gracejou.

Põe quanto és no Mínimo que Fazes

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive

Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa

AF.

Post Scriptum:
Este texto foi escrito com manifesta inobservância do Acordo Ortográfico.