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AAUTAD

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XV “Duplas” Open da AAUTAD

Luís Faustino, ex-atleta da “casa”, venceu em singulares e a dupla Guilherme Saraiva / Amadeu Fernandes, da AAUTAD, arrecadou os pares

Disputado somente na variante de pares nos primeiros cinco anos, a décima quinta edição deste Open “Duplas”, competição sénior integrada no calendário oficial da Federação Portuguesa de Ténis e organizada pela Secção de Ténis da AAUTAD, chegou finalmente ao fim. E, finalmente, porque uma mescla de sol tórrido, falta de luz natural e pluviosidade condicionou o normal desenrolar do quadro competitivo. Neste capítulo, as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera foram certeiras! As nuvens negras nunca abandonaram totalmente os renovados courts do CTVR - gentilmente cedidos aos tenistas da academia transmontana - e as duas finais foram mesmo alteradas do programa habitual. Aliás, os dois encontros, ainda que em dias distintos, foram já disputados na parte final sob um céu crepuscular de luz-fusco, isto é, do latim “luz que foge”. A final de singulares foi concluída, a de pares (a dois tempos) terminou posteriormente. E, de facto, a chuva acabou por surgir mais tarde! Ainda assim, e após alguns atrasos, a competição chegou ao seu término. Na prova de singulares, Luís Faustino, actual representante do CITL e 1.º designado do quadro, demonstrando toda a sua tenacidade, acedeu à final, onde discutiu com João Vinagre (ETPP) o título de campeão individual. Nesta fase, o antigo atleta da academia transmontana (campeão regional absoluto e vice-campeão nacional universitário, entre outras conquistas) que ostenta o “dorsal” n.º 15 do ranking nacional seniores, não deixou escapar mais esta oportunidade e, face ao valoroso jogador de Viseu, arrebatou o principal troféu desta competição ao vencer pelos disputados parciais de 6/3 e 7/5. Intensidade, garra e muita “bola devolvida”, continuam a fazer parte do “cardápio” tenístico do antigo tenista da AAUTAD. No final, um simpático regresso a “casa” e mais um troféu para a sua vitrina pessoal! Nos pares, e num registo mais informal, a emoção foi a tónica dominante! No encontro decisivo, esteve em confronto a dupla da AAUTAD, formada pelos colegas de equipa, Guilherme Saraiva e Amadeu Fernandes, face à parceria Pedro Teixeira (TC Chaves) e José Almeida (AAUTAD). No primeiro set, o duo Saraiva / Fernandes teve de recuperar de 2/5 para fechar em 7/5. Para além de melhorar o golpe de serviço, esta dupla esteve mais eficaz no fundo do court, e nas imediações da rede os seus volleys revelavam-se conclusivos. No entanto, o cenário alterou-se no segundo parcial. A perderem por 2/5, a parceria Teixeira / Almeida soube reagir e adoptou uma postura mais agressiva, tomando partido dos erros não forçados e da movimentação mais lenta da dupla Saraiva / Fernandes. Depois de “forçarem” um tie-break, ganho por 7-5, o tandem Teixeira / Almeida igualou a contenda, remetendo a decisão final para uma prometedora terceira partida. O terceiro set foi equilibrado até ao 3/3, momento em que surgiu uma decisiva quebra de serviço e uma interrupção por falta de luz natural. No reatamento do embate, a dupla Guilherme Saraiva / Amadeu Fernandes confirmou o break (5/3) e com nova quebra de serviço, venceu pelos parcelares de 7/5, 6/7 (7-5), 6/3. Quatro amigos em campo, mas uma vitória faz sempre bem ao ego! Afinal, e segundo a campeoníssima Martina Navratilova, “Quem disse que ganhar ou perder não importa, provavelmente perdeu.” Curiosamente, a última parceria e único título conquistado em conjunto pelo par Saraiva / Fernandes foi exactamente numa edição do “Duplas”. Nessa altura, venceram os colegas Francisco Carvalho / Rui Noronha, por 6/4, 7/5. Foi em… 2003! No presente, continuando a jogar ténis e assumindo a condição de emigrantes, Francisco Carvalho está em Macau e Rui Noronha em Luanda! Sinais dos tempos…

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Post Scriptum I:
Este texto foi escrito com manifesta inobservância do Acordo Ortográfico.

 

Post Scriptum II: Grande abraço… “Chicão”! J

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Barraquinhas 2014

Inicia hoje uma das semanas mais importantes para os novos alunos da Academia: a semana em que estes conhecem pela primeira vez o Campus e a Cidade. Esta semana é também sinónimo de receção a todos os alunos da UTAD com as bem conhecidas BARRAQUINHAS!

A AAUTAD deseja a todos as maiores felicidades para este ano letivo! Contamos com vocês!


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XV “Duplas” Open da AAUTAD

 

 

A Secção de Ténis da AAUTAD organiza este fim-de-semana (6 e 7 de Setembro) mais uma edição do Duplas Open, prova de nível C integrada no calendário oficial da Federação Portuguesa de Ténis (FPT). Sumulamente, na edição transacta, Amadeu Fernandes (na foto), da Associação Académica da UTAD, discutiu com Rafael Feliciano, actual representante do Ténis Clube de Chaves, o título de vencedor individual. No derradeiro encontro, Amadeu Fernandes, atleta e treinador da academia transmontana, não vacilou e, perante o jogador do emblema flaviense, venceu pelos esclarecedores parcelares de 6/1, 6/0. A final foi marcada pela consistência e espírito de superação que permitiram a Amadeu Fernandes variar ritmos - com pancadas planas, liftadas e muito slice de esquerda -, e mitigar as armas de seu tenaz opositor , em especial a sua sólida direita. Para esta edição, aos interessados e portadores da Licença FPT - Jogador devidamente regularizada, avisa-se que o prazo de inscrição finda no dia 4, pelas 20h. Para mais informações, devem contactar o Departamento de Desporto da AAUTAD, através do telemóvel 963265943 ou pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .

Post Scriptum:
Este texto foi escrito com manifesta inobservância do Acordo Ortográfico

 

 

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XXIV Torneio Festas de Nossa Senhora dos Remédios

Henrique Vaz vice-campeão num “B”

A competição esteve, como habitualmente, integrada nas festividades em honra de Nossa Senhora dos Remédios, também conhecida por Romaria de Portugal. Assim, durante cerca de três semanas, num programa diversificado, englobando concertos, procissões, arraiais, eventos culturais e desportivos de forma a atrair muitos veraneantes, o Ténis Clube de Lamego realizou a edição XXIV deste evento. Esta prova nível B (+35), inserida no Calendário Oficial de Provas da Federação Portuguesa de Ténis e muito sui generis pelos “comes e bebes” com que a organização brinda os seus participantes, foi repartida pelos courts do Complexo Desportivo de Lamego, da Quinta da Timpeira (Turismo Rural) e ainda da Junta de Freguesia de Vila Nova de Souto D’el Rei. O quadro principal contou, entre outros, com “trutas” muito respeitáveis do ranking nacional. Assim, assinale-se os quatro cabeças-de-série: Nuno Soares (n.º 3 / ANA Gondomar), André Pereira (n.º 26 / GC Vilacondense), Ricardo Lopo (n.º 30 / TC Chaves) e Marco Pereira (n.º 35 / C. Moinho Mar). Na grelha competitiva, também esteve presente o atleta da AAUTAD, Henrique Vaz (n.º 72 FPT), que obteve mais um resultado digno de registo. Vaz (na foto) acedeu à final, que se disputou no Domingo, depois de ter ultrapassado os seguintes opositores: 1.ª ronda - Nuno Figueiredo (TC Lamego) - 6/1, 6/2; ¼ final - Marco Pereira (C. Moinho Mar) - 6/3, 6/0 e na ½ final - André Pereira (GC Vilacondense) - 6/3, 6/3. A final foi disputada face ao primeiro designado do quadro, Nuno Soares (n.º 3 FPT), e neste confronto, o tenista da Associação Académica da UTAD não desiludiu. Aliás, como é normal! No entanto, num jogo muito disputado e com a “companhia” de uma temperatura bem alta, o resultado acabou por “cair” para o representante de Gondomar, “Capital da Ourivesaria”, por equilibrados 6/4, 6/4. Dada a tradição dos gondomarenses, nomeadamente a minuciosa filigrana, esta é uma arte que requer uma boa visão! No caso, um bom oftalmologista seria aconselhado ao vencedor do torneio. Problemas de alguma acuidade visual, como miopia, astigmatismo ou hipermetropia, nunca são um bom “cartão-de-visita” para um tenista! Enfim… Ainda assim, um excelente desempenho do tenista da AAUTAD que, em honra da padroeira local, talvez merecesse um “longo passeio” pelo Escadatório dos Remédios! J

AF.

 

Post Scriptum:
Este texto foi escrito com manifesta inobservância do Acordo Ortográfico