†Ù¥ AAUTAD interracial dating
senior dating
senior dating
free dating sites
FacebookYouTubeTwitter

AAUTAD

Versão para impressão
PDF

AAUTAD anuncia primeiro orçamento participativo da sua história

 

A Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro vai lançar o primeiro orçamento participativo da sua história, um plano que está integrado na estratégia global desta direção, que tem vindo a apostar no reforço da participação dos estudantes nos processos de decisão e gestão da mesma.

O processo passa pela abertura de um concurso, destinado em exclusivo aos estudantes da academia transmontana, que são convidados a apresentar um projeto, no valor global de mil euros, que posteriormente será analisado e levado a votação.

“Os projetos a concurso deverão ir de encontro ao plano de atividades da AAUTAD ou àquela que é a agenda da universidade, de modo a que se integre na transversalidade dos interesses da academia e dos estudantes”, explicou André Coelho, presidente da direção da AAUTAD, que sublinhou ainda que deverão ter um prazo de concretização efetiva de uma semana.

Para o dirigente associativo, este convite à participação dos estudantes insere-se na estratégia global desta associação, na medida em que “traz uma maior diversidade conceptual ao plano de atividades, ao mesmo tempo que envolve os alunos num processo de tomada de decisão que os irá abranger diretamente”.

André Coelho destaca também as vantagens deste concurso para o currículo dos alunos que optem por participar, uma vez que se trata de “uma oportunidade flagrante para os estudantes mostrarem que são pró-ativos e demonstrarem, com a conceção de um projeto desta envergadura, que têm capacidades, potenciando eventualmente a sua própria entrada no mercado de trabalho, uma vez que mostram o seu valor não só à academia, mas também às empresas que estão sediadas na região”.

O concurso para este projeto de orçamento participativo, no valor de mil euros, começa hoje e prolonga-se até final de agosto, englobando o tempo de pausa letiva dos estudantes, que poderão dispor de mais tempo para idealizar o seu projeto.

Em Setembro, os projetos que se apresentem a concurso serão analisados previamente por uma comissão de análise independente, que fará uma pré-seleção dos mesmos. Posteriormente será realizada uma votação, cujos moldes ainda não estão definidos, para que os estudantes escolham o projeto com o qual mais se identificam.

 

O projeto vencedor será depois concretizado num espaço temporal curto, e sempre antes do final do primeiro semestre do ano letivo de 2015/16.

Regulamento

Versão para impressão
PDF

AAUTAD promove recolha de bens diversos para dar a crianças

 

A Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em colaboração com os núcleos de estudantes de Serviço Social e Educação Básica e a Valedeste - cooperativa de solidariedade social, está a realizar uma campanha de recolha de bens diversos que posteriormente serão entregues a uma instituição social de Vila Real e à Valedeste.

A AAUTAD solicita aos estudantes, à comunidade académica em geral e à população vila-realense que colaborem neste gesto solidário e entreguem brinquedos, vestuário, material escolar e peças desportivas na sede desta associação até 29 de junho.

“Um velho brinquedo perdido num qualquer sotão de uma habitação, poderá ser o motivo de um grande sorriso na cara de uma criança, e é este o objetivo desta campanha”, referiu André Coelho, presidente da AAUTAD.

“O que estamos a pedir é que as pessoas colaborem com material que já não estejam a utilizar, mas que esteja em boas condições, como brinquedos que os seus filhos já não usem, vestuário e peças desportivas que já deixaram de servir mas que estejam em boas condições e material escolar”, explicou o dirigente.

Esta recolha realiza-se nesta altura do ano, para que o material que é solicitado seja entregue e esteja disponível para as crianças carenciadas no início do próximo ano letivo.

A AAUTAD solicita a participação da comunidade académica e comunidade vila-realense nesta campanha de solidariedade, cuja recolha é feita até 29 de Junho, na sede da associação académica da academia transmontana, situada no campus.

 

Versão para impressão
PDF

Manutenção do valor da propina apropriado apenas com garantia de suporte ao Fundo de Apoio Social

 

A Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro já comentou a manutenção do valor da propina anual, na academia transmontana, no montante de 1019 euros anuais, que foi fixada na última reunião do Conselho Geral da UTAD.

A AAUTAD sempre defendeu a diminuição do valor da propina, por motivos como a dificuldade financeira da maioria dos estudantes da academia, assim como também para servir de incentivo à candidatura de mais alunos, no entanto, a manutenção da propina nos 1019 euros é considerada fundamentada, tendo em conta a necessidade de alimentar o Fundo de Apoio Social (FAS), que foi criado há dois anos e que subsiste com o montante de vinte euros por cada propina anual.

A AAUTAD acompanhou desde cedo o processo que levou à deliberação do valor da propina, não apenas com a reitoria como também com os representantes dos estudantes no Conselho Geral.

“A AAUTAD defendeu que, se possível, a propina deveria ser reduzida, no entanto, essa redução iria condicionar o valor que neste momento está estipulado para o FAS. Entendeu a Associação Académica que esse valor não deveria ser comprometido e, no futuro, se possível, deveria ser reforçado”, explicou André Coelho, presidente da direção da AAUTAD.

Para o dirigente associativo, “o FAS é uma bandeira desta universidade, e é um apoio fulcral aos estudantes com necessidades, sendo que só no último ano este apoio facultou sessenta bolsas de estudos a estudantes com carência económica, tendo permitido também que jovens estudantes trabalhassem ao abrigo desse mesmo fundo.

A AAUTAD acredita que esta subvenção é vital e não poderá, de maneira alguma, ser reduzida, daí que torne válida, apesar de não ser totalmente aprovada, a decisão do Conselho Geral em manter a propina nos 1019 euros, garantindo assim a manutenção do fundo com os valores atuais.

Recorde-se que a propina sofreu um aumento, no ano letivo de 2012/2013, de 999 euros para 1019 euros, mas ficou decidido que a diferença seria toda transferida para o Fundo de Apoio Social que foi criado na mesma altura, mantendo-se assim esta definição inalterada por mais um ano letivo.

Entretanto, e após audição com a AAUTAD, o Conselho Geral deliberou a alteração da data de eleição dos três representantes dos estudantes naquele conselho, antecipando a data para 21 de maio, penúltimo dia de aulas.

Esta alteração foi sugerida pela AAUTAD, uma vez que, segundo André Coelho, irá permitir um “maior envolvimento dos estudantes na eleição dos seus representantes no órgão de decisão máxima da UTAD.

 

 

Versão para impressão
PDF

Presidente da AAUTAD lembra importância estratégica da UTAD na região

"Somos a vida desta universidade e a alma desta região. Somos o combate à baixa pressão demográfica do interior, num país que não pode ter dois ritmos e duas velocidades. Porque aqui em Trás-os-Montes a crise bate-nos à porta primeiro, e o que o litoral sente nós sentimos a dobrar”

André Coelho, presidente da AAUTAD

 

 

 

André Coelho, presidente da direção da Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, esteve presente na cerimónia, que marcou o 29º aniversário da Academia transmontana.

Na presença do Magnífico Reitor, do Secretário de Estado do Ensino Superior e do presidente do Conselho Geral da UTAD, entre outras personalidades, o dirigente associativo, no seu discurso, lembrou as caraterísticas únicas desta academia e o papel que ocupa na região transmontana. Mas também realçou a necessidade de apostar em programas e apoios sociais que incentivem os jovens a vir estudar para a UTAD, lembrando também a urgência em “continuar a lutar por uma Ação Social mais eficaz e abrangente, através de uma revisão da ação social direta e de um cuidadoso acompanhamento de todos os mecanismos de Ação Social indireta”.

 

Para ler o discurso completo do presidente da direção da AAUTAD em baixo:

 

Discurso Dia da UTAD

 

Excelentíssimo Magnifico Reitor Professor Doutor Fontainhas Fernandes;

Sendo este um dia da UTAD e para a UTAD e não me querendo alongar permita-me replicar os seus cumprimentos a todos os quantos aqui se encontram hoje presentes.

 

Meus Senhores e Minhas Senhoras,

Estamos hoje perante um dia histórico para a UTAD, para a região e para todos quantos pertenceram e pertencem a esta instituição. Celebramos hoje 29 anos de existência, embora no nosso historial credite também toda uma valiosa herança colhida no “velho” Instituto Politécnico de Vila Real, que em 1973 se erguia nesta cidade.

Este Instituto, à imagem do que hoje a UTAD representa, assumiu desde cedo um papel relevante assumindo a dianteira no que ao desenvolvimento regional dizia respeito. Hoje, a UTAD é reconhecida como um importante ponto de referência no sistema universitário português, tendo como objetivos fundamentais consagrados nos seus estatutos, o Ensino, a Investigação, a Extensão e o Apoio à Comunidade, devendo sempre procurar ser um Centro de Excelência para a educação permanente e para a criação, transmissão e difusão da cultura, da ciência e da tecnologia.

 

Caros Presentes,

Há um ano atrás o Doutor José da Silva Peneda, destacou, neste mesmo dia, a importância da afirmação do “código genético” da UTAD, “não só porque a distingue das demais instituições, mas também porque a posiciona no centro de criação de mais-valias para a região e para o país”. Nesta aula magna, hoje, e com todos vocês reiteramos a importância dessa missão. A UTAD tem no seu código genético a sua mais-valia e tem nos seus estudantes o seu futuro.

Somos por isso também a vida desta universidade e a alma desta região. Somos o combate à baixa pressão demográfica do interior, num país que não pode ter dois ritmos e duas velocidades. Porque aqui em Trás-os-Montes a crise bate-nos à porta primeiro, e o que o litoral sente nós sentimos a dobrar. E é por isso que a UTAD é hoje um importante mecanismo de coesão regional à qual não queremos virar costas. Contudo e para que este trabalho seja efetivo precisamos de continuar a exigir mais e melhor, mais e melhor para a nossa universidade, mais e melhor para a nossa região.

Há um ano atrás o Magnífico Reitor da UTAD Professor Doutor Fontainhas Fernandes afirmava-se ciente da imperiosa necessidade de cumprir o programa a que se propôs no início do seu mandato, sublinhando a importância do exigente plano de consolidação que lançou, “atendendo à situação financeira decorrente da diminuição do orçamento de estado e do aumento dos encargos sociais”. Esse trabalho deve ser mantido sempre com a ressalva de nunca passar para os estudantes a obrigação de consolidar financeiramente uma Academia que já tanto recebe de nós e de quem ainda temos tanto para receber.

Os novos tempos trouxeram-nos novos desafios, e a realidade dos nossos dias leva-nos a enfrentar um ensino superior debilitado e sub-financiado. Num momento em que o fenómeno da transferência do financiamento da educação, do estado para as famílias tem-se vindo a agravar, num momento em que a propina atinge novos recordes e os recentes indicadores relativos ao abandono escolar são cada vez mais preocupantes, sentimos a urgência de continuar a lutar por uma Ação Social mais eficaz e abrangente, através de uma revisão da ação social direta e de um cuidadoso acompanhamento de todos os mecanismos de Ação Social indireta. Os programas complementares a essa Ação Social são hoje uma realidade, mas são também a prova de que ainda há muito por fazer. Consolidar o programa retomar e aumentar o valor do incentivo financeiro é certamente uma prioridade para um país que continua a ter uma taxa de população com estudos superiores muito abaixo da média europeia, e em que a maioria dos trabalhadores tem qualificações a menos para o trabalho que desempenha. A par do Retomar, também o programa +Superior, deve ser encarado com seriedade e com a análise crítica de que carece. Hoje podemos assegurar com certeza de que o programa falhou e a Associação Académica da UTAD assumiu desde cedo a sua intervenção neste debate. Fomos os primeiros a defender um +Superior que englobe os 2º ciclos como elegíveis e que dê autonomia às Instituições para que aloquem as vagas disponiveis de acordo com a sua realidade. Fomos os primeiros porque somos também os primeiros a depender deste programa.

Em cima da mesa hoje debate-se o futuro dos estudantes, da UTAD e do Ensino Superior. E nesse debate não nos esquecemos das constantes fugas que o atual governo tem protagonizado, dos constantes compromissos que têm ficado por cumprir, e das reformas urgentes que ficaram por fazer. Não nos esquecemos porque esquecer nunca foi opção. E por cada estudante que se vê obrigado a desistir da sua licenciatura, por cada jovem que já nem equaciona candidatar-se ao ensino superior, por cada família que hipoteca a sua vida, por cada restrição à educação, o movimento estudantil continuará a manifestar-se e a apresentar soluções. Esse é um compromisso que não deixamos para trás, mas mais do que isso é um exemplo que gostávamos de ver seguido e replicado.

 

O caminho é longo, e as dificuldades diversas, mas não abdicaremos de encarar o futuro com a coragem e determinação que nos é característica. Na nossa intervenção espelhamos a resiliência com que enfrentaremos a adversidade e com que continuaremos a lutar por um Ensino Superior justo, democrático e de acesso universal.

Acima de tudo porque continuamos a acreditar naquilo que a UTAD nos ensinou:

"A Ciência e o Trabalho Tudo Compreendem"

A UTAD é nossa e há-de ser!!!

 

Parabéns UTAD.