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AAUTAD

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Mudanças no regulamento de atribuição de bolsas positivas mas insuficientes

O governo publicou, em Diário da República, o despacho 10973-D/2014, que altera alguns pontos relativos ao regulamento de atribuição de bolsas de estudo a estudantes do ensino superior.
Estas alterações vêm de encontro a algumas das propostas que foram feitas pelo movimento académico, em sede de Encontro Nacional de Direções Associativas (E.N.D.A.), numa reunião tida com a Secretária de Estado do Ensino Superior, no dia 31 de Julho, na qual a Associação Académica da UTAD participou ativamente.
Em súmula, o novo diploma muda o cálculo do património mobiliário considerado no rendimento familiar para efeito de cálculo da bolsa. Este cálculo passa a ser feito através de escalões, sendo que quando este património não excede 10 vezes o indexante de ação social, fixado para 2014 em 419,22 euros, deixa de ser considerado no cálculo do rendimento, não afetando assim a atribuição de bolsa ou o valor da mesma, quando anteriormente tinha um peso de cinco por cento no cálculo do rendimento do agregado.
Outra alteração introduzida no regulamento, e que também tinha sido proposta pelo movimento associativo, passa pela possibilidade de atribuição de uma bolsa de mobilidade aos estudantes bolseiros que queiram integrar o Programa Erasmus+. Este complemento pode variar entre os 100 e 150 euros.
O diploma também integra os novos cursos técnicos superiores profissionais, lecionados exclusivamente em politécnicos, permitindo assim aos alunos que optem por estes estudos, o acesso à ação social direta.
A AAUTAD, após análise cuidada às alterações ao regulamento introduzidas com este novo diploma, considera que, apesar de positivas, as mudanças são insuficientes para colmatar as lacunas existentes no regulamento de atribuição de bolsas aos alunos do ensino superior.
Pedro Romeu, presidente da AAUTAD, defende que o regulamento continua a ser “incompleto” no que refere aos critérios de elegibilidade que estão arrolados ao rendimento dos alunos e suas famílias, temendo uma “exclusão de centenas de estudantes do acesso à bolsa”.
“As mudanças são bem-vindas, mas são insuficientes para trazer equidade no processo de atribuição de bolsas de estudo aos alunos que carecem desse apoio para continuar os seus estudos numa instituição de ensino superior pública”, conclui o dirigente associativo.
A AAUTAD compromete-se a continuar a reivindicar, junto das entidades responsáveis, e em uníssono com as demais direções associativas, alterações mais expressivas no regulamento de atribuição de bolsas de estudo, de modo a que este se torne mais equitativo, criterioso e imparcial, para que cumpra a sua função de apoio aos alunos que mais carecem dele. 

O despacho 10973-D/2014 está disponível no seguinte link: http://dre.pt/pdf2sdip/2014/08/164000001/0000200003.pdf

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AAUTAD prepara início do ano letivo

A AAUTAD está a preparar o início do novo ano letivo e o ingresso de novos alunos, que deverão começar a chegar a Vila Real no próximo dia oito de setembro, para as matrículas, altura em que poderão contar com a orientação da associação académica.

“Dezenas de voluntários da AAUTAD estarão no local das matrículas, para apoiar e orientar os novos alunos”, explicou o presidente da Associação Académica da UTAD.

Pedro Romeu destaca as várias actividades festivas que estão a ser preparadas para dar as boas vindas aos alunos da academia transmontana.

“Teremos várias atividades, desde logo, as conhecidas «Barraquinhas», em que a AAUTAD proporciona uma semana de festa para dar as boas-vindas aos caloiros e a todos os alunos desta academia, temos também uma surpresa, uma novidade que vai revolucionar como a associação e a universidade vão receber os caloiros, e como tal, acreditamos que as boas-vindas serão dadas da melhor forma”.

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XVI Open AAUTAD

Tenistas da casa (Henrique Vaz e Amadeu Fernandes) almejaram a final


Organizada pela Secção de Ténis da Associação Académica da UTAD, com repetida e gentil cedência das instalações do Clube de Ténis de Vila Real, decorreu nos renovados e rápidos courts do clube vila-realense, mais uma edição do Open AAUTAD. Foram dois dias de competição nos pretéritos 26 e 27 de Julho, sol bastante ousado (a rondar os 35º Celsius), diversos encontros e, na final, dois tenistas da AAUTAD. Um outro… Déjà-vu! Para os melomaníacos, a expressão, um estrangeirismo de origem francesa, deu nome a um dos melhores álbuns musicais norte-americanos e mais vendidos de sempre (Crosby, Stills, Nash & Young). Para os tenistas da academia transmontana, Déjà-vu quer dizer, à letra, já visto. Aplicada ao XVI Open AAUTAD, quer dizer: mais uma! No caso, mais uma final, mais uma vitória. No espaço de poucas semanas, e depois dos êxitos no Campeonato Regional +35 e Open Antigos Alunos, nova vitória, desta feita no Open AAUTAD, competição seniores do Calendário Oficial de Provas da Federação Portuguesa de Ténis. No caso, o suspeito do costume deste recente mês de Julius César: Henrique Vaz. O torneio, que teve a participação de vários atletas, oriundos essencialmente do Vale do Sousa, Porto e Braga, proporcionou encontros bem disputados e fisicamente exigentes. O intenso calor foi, de resto, um elemento determinante no normal avançar do quadro e selecção dos melhores executantes. Sobre o percurso dos elementos da AAUTAD, o seguinte: com vitória prévia sobre Rui Garcia (CT Braga - n.º 124 FPT), 2.º designado da grelha, o tenista da AAUTAD, Henrique Vaz, alcançou as ½ finais sem ceder qualquer set; do outro lado do quadro, Amadeu Fernandes, treinador da academia transmontana, também atingiu a ½ final, após triunfo na ronda anterior sobre o aguerrido jogador do Lousada TA, Francisco Lemos, por duplo 6/1. Sumulamente, e a partir das ½ finais, os dois primeiros cabeça-de-série da competição, ainda em prova, Carlos Neves (Estrela Vigorosa Sport - n.º 85 do ranking nacional) e Nuno Soares (Clube Ténis de Braga - n.º 124 FPT) tiveram igual destino no acesso à contenda final e respectiva disputa do troféu principal. Na passagem ao derradeiro encontro, Henrique Vaz derrotou Nuno Soares (CT Braga) por parcelares que não espelham a real dificuldade do encontro; o resultado - e isso é que conta - foi um pesado 6/1, 6/0. Do lado oposto do quadro, Amadeu Fernandes aguentou longa e pacientemente os seus evidentes sinais de cãibras induzidas pelo calor, situação, aliás, recorrente e levou de vencida Carlos Neves por 7/6 (7-0) e 6/0. Na final, numa contenda entre veteranos colegas de equipa, o aqui alterado adágio popular “Amigos, amigos... raquetes à parte”, foi a matriz do encontro. Vaz sempre muito competitivo e “municiado” de uma bela esquerda a uma mão, e Fernandes com alguns resquícios físicos da ½ final, ainda assim, proporcionaram boas trocas de bolas e pontos de substância tenística. O resultado foi fixado em convincentes 6/2, 6/4 a favor de Henrique Vaz (na foto, à esquerda). No final, Amadeu Fernandes aludiu que o seu amigo, e ainda a pretexto do Mundial de Futebol, talvez seja conhecedor do humorista brasileiro, João Simão, e da sua reconhecida ironia: “A selecção brasileira é uma selecção sem vícios: não fuma, não bebe e não joga”. “Que eu saiba, ele não fuma, não bebe e joga muito bem!”, gracejou. Com uma distribuição inicial de t-shirt´s aos diversos atletas presentes, uma singela oferenda da Secção de Ténis da AAUTAD (algo que rareia no panorama tenístico luso), este evento desportivo encerrou com a cerimónia de entrega dos troféus - gentileza da Câmara Municipal de Vila Real - e a habitual “chapa” para a posteridade!

 

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Post Scriptum:
Este texto foi escrito com manifesta inobservância do Acordo Ortográfico.