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AAUTAD

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Comunicado do Conselho Geral

À Academia

O Conselho Geral, na sua reunião de 19 de Junho deliberou, em sequência dos contributos do estudo apresentado pela empresa SPI, dar início a um processo de consulta à academia com vista à reformulação do modelo organizativo da UTAD.

Reconhece-se que a ultrapassagem dos principais desafios que a UTAD enfrenta necessita de soluções inovadoras, sendo uma delas a adequação do modelo organizativo às novas realidades. Assim, atendendo à importância deste processo para o futuro da UTAD, pretende-se obter os contributos da academia sobre virtualidades, problemas e propostas de revisão do modelo organizativo atual nas suas diferentes, nomeadamente:

1.            Organizacional (Escolas, Departamentos e Serviços) – criação, extinção ou fusão/reformulação;

2.            Funcionamento (Órgãos Pedagógicos, Científicos e Diretivos) – criação, extinção ou fusão/reformulação;

3.            Representação (designação de representantes titulares ou membros de órgãos) - nomeação, eleição ou outros.

 

O objetivo desta consulta é a de enriquecer, com o contributo da academia, o exercício efetuado pela empresa SPI.

 

A audição pode ser realizada no sítio http://www.campus.utad.pt ou a partir da Intranet clicando no bannerhttp://www.intra.utad.pt. A documentação fica disponível após autenticação.

 

Aguardamos as vossas contribuições até ao próximo dia 24 de julho.

 

Mário Pereira

Secretário do Conselho Geral

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Regressa aos estudos com o Programa Retomar


Até 31 de julho, estão abertas as candidaturas ao programa Retomar, que se destina a quem tenha desistido dos seus estudos superiores antes de terminar o primeiro ciclo.
Os estudantes que tenha deixado a sua formação académica incompleta poderão, através do Programa Retomar, completar o ciclo de estudos que tinham iniciado ou optar por um ciclo de estudos diferente.
O Programa Retomar tem duas vertentes: a financeira, através da qual apoia o aluno com um valor anual de 1200 euros, e a pedagógica, na qual a Instituição de Ensino Superior oferece um plano de acompanhamento individual ao estudante.
Poderão candidatar-se jovens com menos de trinta anos, que tenham estado matriculados num estabelecimento de ensino superior e inscritos num curso sem o ter concluído, e que tenham abandonado o curso em causa antes de 1 de março deste ano, e estejam em situação de desemprego, sem estar a frequentar quaisquer programas de aprendizagem ou de formação profissional.
O regulamento do programa está disponível emhttp://bit.ly/DGESRetomar.

O site da Direção Geral do Ensino Superior disponibiliza ainda um conjunto de FAQ's emhttp://www.dges.mctes.pt/DGES/pt/Estudantes/Retomar/FAQ/

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IV Torneio São Pedro - Clube Ténis de Vila Real

 

Dupla Pedro Teixeira / Amadeu Fernandes vence final de pares

Os intervenientes? A dupla do CTVR, Paulo Padilha / Hélder Areias, perante o par Pedro Teixeira (TC Chaves) e Amadeu Fernandes (AAUTAD). O tempo? Quentinho! Abrasador? Não! O palco? O “centralito” do Clube Ténis de Vila Real (CTVR), neste passado Domingo, dia 5. Motivo? Final de Pares do IV Torneio São Pedro. Estes foram alguns dos principais elementos que caracterizaram mais uma jornada tenística no CTVR. Mas não só! Na ficha mais “técnica”, de um lado (Padilha / Areias), uma raquete francesa Babolat Pure Drive e uma austríaca HEAD Speed MP, ambas encordoadas pela marca gaulesa. Do outro lado da rede (Teixeira / Fernandes), outra Babolat Pure Drive com encordoação da mesma marca e  a Head Prestige Mid (corda belga Luxilon). No modelo competitivo, e segundo o regulamento, ditava-se o seguinte: “Todos os encontros serão realizados com bolas Dunlop Brilliance, à melhor de 3 sets, com tie-break nos dois primeiros. Em caso de terceiro set, o mesmo será disputado em super tie-break, até aos 10 pontos, salvaguardando-se sempre a regra dos 2 pontos de diferença para alcançar a vitória.” E este foi o ponto-chave desta emocionante final do quadro mais participativo deste Torneio São Pedro. O quadro de pares. Aliás, esta particular variante de duplas é um ex-libris dos jogadores do emblema vila-realense, verdadeira “especialidade da casa”, onde a competitividade está sempre bem vincada e nunca baixa para “lume brando”! Quer dizer, ninguém gosta de perder, nem mesmo perante uma planta faseolácea típica, cujas vagens são os… feijões! Assim, a final foi intensamente disputada e o equilíbrio foi notório. Neste particular, todos os parcelares foram “esticados” ao máximo! Os dois primeiros sets foram decididos através do tie-break - um para cada dupla - e a “negra” foi mesmo posta em prática. O super tie-break! Enfim, muita emoção e algum drama! Os mais exagerados, mesmo muito exagerados (!) diriam mesmo que drama igual só naqueles dias vizinhos, 22 e 23 de Abril de 1616, em que morreram Cervantes e Shakespeare. Comparação desmedida, por certo! No court, abertas as “hostilidades” no primeiro set, o duo Teixeira / Fernandes iniciou bem a contenda e tomou a dianteira por 4/1 e mesmo 5/2. No entanto, permitiu a tenaz recuperação do par opositor, ficando a contenda empatada a 6/6. Na disputa do tie-break, o duo Padilha / Areias levou a melhor por 7/3. No par do CTVR, Paulo Padilha exibia volleys incisivos e explorava toda a geometria do court, enquanto Hélder Areias potenciava a sua direita com pontos ganhadores nos dois corredores. No segundo parcial, com constantes quebras de serviço, nenhuma das duplas consegui “fugir” no marcador e foi disputado um novo tie-break. Nesta fase, sem acusar pressão, o tandem Teixeira / Fernandes cedo revelou um ténis superlativo e fechou o parcial por 7/2. No decisivo super tie-break, a experiente parceria Teixeira / Fernandes soube gerir o momento e adoptou uma postura mais agressiva, tomando partido da movimentação mais lenta e dos erros não forçados da dupla Padilha / Areias. Muita “pólvora” na direita do representante do TC Chaves, Pedro Teixeira, e um slice de esquerda incisivo, profundo e de ressalto muito baixo, por parte do atleta e treinador da AAUTAD, Amadeu Fernandes, possibilitou a esta parceria fechar o último parcial por 10/6 e assim conquistar o principal título da edição IV do Torneio São Pedro. Foi, de facto, uma final competitiva, bem disputada e tenísticamente recompensadora para a sociedade Teixeira / Fernandes (na foto). Ainda assim, honra aos dignos vencidos. Com uma distribuição inicial de uns sempre úteis chapéus aos diversos atletas presentes, uma singela oferenda do CTVR, este evento desportivo encerrou com a cerimónia de entrega dos troféus - gentileza da Câmara Municipal de Vila Real - e a habitual “chapa” para a posteridade!

 

Post Scriptum:
Este texto foi escrito com manifesta inobservância do Acordo Ortográfico.

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O PROGRAMA DE GOVERNO DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO ESTUDANTIL PARA A XIII LEGISLATURA

POR UM CAMINHO DE FUTURO

O PROGRAMA DE GOVERNO DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO ESTUDANTIL PARA A XIII LEGISLATURA

Capítulos

Preâmbulo

Rede de Ensino Superior e Oferta Formativa

Qualidade e Avaliação

Financiamento do Ensino Superior

Ação Social Escolar

Abandono Escolar

Investigação e Inovação

Internacionalização

Preâmbulo

O ano de 2015 está a ser marcado por importantes desafios, carregando cada um deles a esperança de uma geração num futuro mais próspero e risonho. Tratando-se do ano subsequente ao da vigência do memorando de assistência económico-financeira da troika, que marcou de forma profunda todos os setores do Estado, nomeadamente a Educação e o Ensino Superior em particular, para cada um dos cidadãos portugueses o ano de 2015 representa a ambição pelo desejado “reset” e por um novo ponto de partida para a recuperação dos sonhos entretanto hipotecados por uma crise que abalou tudo e todos. Os três anos de “ajuda externa” ficarão irremediavelmente na memória desta geração, que sentiu na prática a instabilidade vivida, os sucessivos cortes aplicados nos rendimentos e a consequente redução drástica do poder de compra das famílias.

Sem exceção, também o Ensino Superior foi profundamente penalizado, seguindo, aliás, uma linha de cortes orçamentais que só na última década é superior a 30%. De 2012 para cá são mais de 300 milhões de euros de redução no investimento do Ensino Superior, compensados na maioria dos casos por um aumento da propina paga pelos estudantes, maioritariamente afeta ao pagamento de despesas quotidianas de funcionamento e estrutura das instituições. Uma contradição clara, na medida em que é exigido maior esforço financeiro às famílias para manter os estudantes no Ensino Superior, num período em que os rendimentos disponíveis são cada vez menores e constantemente afetados com os cortes verificados nos vencimentos dos portugueses.

 

Este ciclo, completamente viciado e ruinoso, atinge o cerne do problema quando se torna um dos grandes responsáveis pelo número cada vez maior de estudantes a abandonar o Ensino Superior, por falta de condições financeiras. Um ciclo que é agravado pela insuficiência da ação social escolar, que é limitada tendo em conta as necessidades socioeconómicas das famílias portuguesas, defraudando as expetativas de uma geração que cresceu com o depósito de enormes esperanças na formação superior como importante veículo para a mobilidade social.