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AAUTAD

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XVI “Duplas” Open AAUTAD

Competição dedicada aos pares é para toda a “Bila”



Regresso às origens é o mote para mais um “Duplas” Open, competição organizada pela Secção de Ténis da AAUTAD no fim-de-semana de 20 e 21 de Junho. A competição teve a sua primeira edição no ano 2000 e foi disputada exclusivamente na variante de pares nos cinco anos iniciais, tendo depois a organização optado por incluir o quadro de singulares no programa competitivo desta prova. Desta feita, o formato original da grelha única de pares será retomado. Este ano, e na verdadeira acepção da palavra Open, trata-se de um evento aberto a todos os praticantes da “Bila”, visando fomentar e aproximar os diversos adeptos da modalidade, sempre num ambiente descontraído, mas seguramente competitivo. Perder não será um verbo fácil de conjugar! Os diversos encontros desenrolar-se-ão nos courts do CTVR e da UTAD. Sumulamente, na edição transacta, nos pares, o equilibrio foi a nota dominante! No encontro decisivo, esteve em confronto a dupla da AAUTAD, formada pelos colegas de equipa, Guilherme Saraiva e Amadeu Fernandes (na foto), face à parceria do Peso da Régua (Pedro Teixeira) e de Vila Nova de Gaia (José Almeida), com registo final de 7/5, 6/7 (5-7), 6/3 a favor do experiente tandem Saraiva / Fernandes. Este ano, toda a academia transmontana (docentes, alunos e funcionários) e a comunidade vila-realense em geral poderão participar neste Open Aniversário, não sendo necessária a licença Jogador - FPT. Para esta 16.ª edição e como canal preferencial, os interessados devem proceder à respectiva inscrição até às 21h do dia 18 (5.ª feira), através do e-mail - Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar - ou pelo 914209395. O sorteio do quadro e a elaboração da ordem dos jogos realizar-se-á pelas 12h na sede da AAUTAD, no dia 19.

AF

 

Post Scriptum:
Este texto foi escrito com manifesta inobservância do Acordo Ortográfico.

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Alterações ao Regulamento de Regimes de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso no Ensino Superior

No dia 15 de maio de 2015, a Secretaria de Estado do Ensino Superior apresentou projeto que visa alterar o quadro normativo que atualmente regula os procedimentos de Mudança de Curso, Transferência e Reingresso nas instituições de ensino superior público e privado.

As federações e associações académicas e de estudantes não podem deixar de lamentar, uma vez mais, que estes documentos apenas lhes sejam enviados para apreciação dias depois de serem apresentados a outros agentes como o CRUP ou o CCISP ou quando já estão na “praça pública” ou nas notícias dos jornais. Estas estruturas têm vindo a desempenhar um papel construtivo de grande seriedade na análise e discussão de propostas e não admitem ser sistematicamente relegadas para segundo plano.

Ainda que tardio, foi solicitado parecer, ao qual demos resposta. Assim, as federações e associações académicas e de estudantes signatárias apresentam uma reflexão em torno destas mudanças, emitindo parecer acerca das alterações apresentadas pela Secretaria de Estado, informações das quais damos nota à imprensa.

 

1)  No que diz respeito ao impedimento de acesso ao regime de transferência e mudança de curso por parte de estudantes acabados de ingressar no ensino superior (artigo 8.o do projeto), apresentamo-nos favoráveis a tal proposta, uma vez que se apresentavam casos de completa desregulação do sistema onde estudantes, acabados de ingressar numa formação, utilizavam esta via no sentido de mudarem para outra opção. Não parece fazer grande sentido que tal seja possível, pelo que vemos com bons olhos esta limitação no sentido de tornar o sistema mais organizado e coerente.

 

2)  Em relação à harmonização das condições habilitacionais de acesso (artigo 9.o do projeto), esta exigência levantará maiores dificuldades ao processo de transferência. Mas, por outro lado, ao universalizarem-se as condições habilitacionais de acesso, introduz-se maior justiça para com os estudantes que ingressam no curso pelo regime geral de acesso. Desta forma, tal alteração apresenta-se coerente com a necessidade de exigência de condições de habilitação semelhantes para ingresso no mesmo curso de ensino superior, independentemente de qual seja a via de acesso, pelo que nos apresentamos favoráveis a tal mudança.

3) Face à introdução de impossibilidade de transferências entre subsistemas (artigo 3.o, al. b) e d), ii) e artigo 6.o), manifestamos a nossa discordância com a opção tomada no regulamento em apreciação, fazendo notar que tal limitação, em nossa opinião, atenta contra os princípios de mobilidade defendidos por Bolonha. Ao não aceitar o regime de transferência entre subsistemas diferentes, fica o estudante sujeito à aceitação de equivalências por parte da instituição que o receberá, facto que poderia ser aceitável caso a diferenciação de formação entre subsistemas fosse uma realidade, situação que no sistema de ensino superior nacional não se verifica e para a qual já alertámos sucessivamente o Governo, reiterando uma reforma séria e profunda com uma revisão clara do conceito de binariedade existente no ensino superior nacional.

 

4)  Em relação a outros aspetos de menor impacto no documento:

  1. a. A impossibilidade de transferência de curso entre os TeSP e os demais ciclos de estudos superiores regulamentada neste projeto tem sentido, uma vez que se tratam de ciclos de estudo distintos e com condições de acesso diferenciadas, sendo uns conferentes de grau e outros não, merecendo apreciação positiva;

  2. b. Também a previsão de solução das situações de estudantes inscritos em cursos cuja acreditação seja cancelada merece destaque positivo na regulamentação apresentada neste projeto;

  3. c. Consideramos importante que o diploma preveja expressamente o modelo de creditação em caso de transferência, sendo que o artigo 15.o da proposta é omisso relativamente à creditação das formações em caso de transferência de curso;

  4. d.  O artigo 2.o não prevê a consideração dos 2os ciclos no âmbito desta proposta de regulamentação. Dada a massificação destes ciclos de estudos e tendo estes muito maior número de estudantes que no passado, torna-se útil perceber qual a razão que motiva a não existência de uma extensão da presente proposta de regulamentação aos mestrados.

 

5)  Por fim, importa recordar que a entrada em vigor da nova regulamentação irá (previsivelmente) ocorrer em momento em que já estão em curso os procedimentos dos regimes de reingresso, transferência e mudança de curso para o ano letivo 2015/16. Dado que todos os regulamentos atualmente vigentes terão ainda que ser alterados de acordo com o novo quadro legal e importando garantir a segurança jurídica daqueles que são hoje candidatos, deve ser prevista uma disposição transitória que garanta que as novas regras são apenas aplicáveis aos procedimentos relativos ao ano letivo 2016/17.

Junto enviamos a redação completa do parecer enviado à Secretaria de Estado do Ensino Superior que enquadra e justifica com maior precisão as opções tomadas.

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As federações e associações de estudantes subscritoras:

 

Associação Académica de Lisboa (AAL)

Associação Académica da Universidade do Algarve (AAUAlg)

Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv)

Associação Académica da Universidade da Beira Interior (AAUBI)

Associação Académica da Universidade de Évora (AAUE)

Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM)

Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (AAUTAD)

Federação Académica de Lisboa (FAL)

Federação Académica do Porto (FAP)

Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico (FNAEESP)

Federação Nacional do Ensino Superior Particular e Cooperativo (FNESPC)

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AAUTAD anuncia primeiro orçamento participativo da sua história

 

A Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro vai lançar o primeiro orçamento participativo da sua história, um plano que está integrado na estratégia global desta direção, que tem vindo a apostar no reforço da participação dos estudantes nos processos de decisão e gestão da mesma.

O processo passa pela abertura de um concurso, destinado em exclusivo aos estudantes da academia transmontana, que são convidados a apresentar um projeto, no valor global de mil euros, que posteriormente será analisado e levado a votação.

“Os projetos a concurso deverão ir de encontro ao plano de atividades da AAUTAD ou àquela que é a agenda da universidade, de modo a que se integre na transversalidade dos interesses da academia e dos estudantes”, explicou André Coelho, presidente da direção da AAUTAD, que sublinhou ainda que deverão ter um prazo de concretização efetiva de uma semana.

Para o dirigente associativo, este convite à participação dos estudantes insere-se na estratégia global desta associação, na medida em que “traz uma maior diversidade conceptual ao plano de atividades, ao mesmo tempo que envolve os alunos num processo de tomada de decisão que os irá abranger diretamente”.

André Coelho destaca também as vantagens deste concurso para o currículo dos alunos que optem por participar, uma vez que se trata de “uma oportunidade flagrante para os estudantes mostrarem que são pró-ativos e demonstrarem, com a conceção de um projeto desta envergadura, que têm capacidades, potenciando eventualmente a sua própria entrada no mercado de trabalho, uma vez que mostram o seu valor não só à academia, mas também às empresas que estão sediadas na região”.

O concurso para este projeto de orçamento participativo, no valor de mil euros, começa hoje e prolonga-se até final de agosto, englobando o tempo de pausa letiva dos estudantes, que poderão dispor de mais tempo para idealizar o seu projeto.

Em Setembro, os projetos que se apresentem a concurso serão analisados previamente por uma comissão de análise independente, que fará uma pré-seleção dos mesmos. Posteriormente será realizada uma votação, cujos moldes ainda não estão definidos, para que os estudantes escolham o projeto com o qual mais se identificam.

 

O projeto vencedor será depois concretizado num espaço temporal curto, e sempre antes do final do primeiro semestre do ano letivo de 2015/16.

Regulamento

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AAUTAD promove recolha de bens diversos para dar a crianças

 

A Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em colaboração com os núcleos de estudantes de Serviço Social e Educação Básica e a Valedeste - cooperativa de solidariedade social, está a realizar uma campanha de recolha de bens diversos que posteriormente serão entregues a uma instituição social de Vila Real e à Valedeste.

A AAUTAD solicita aos estudantes, à comunidade académica em geral e à população vila-realense que colaborem neste gesto solidário e entreguem brinquedos, vestuário, material escolar e peças desportivas na sede desta associação até 29 de junho.

“Um velho brinquedo perdido num qualquer sotão de uma habitação, poderá ser o motivo de um grande sorriso na cara de uma criança, e é este o objetivo desta campanha”, referiu André Coelho, presidente da AAUTAD.

“O que estamos a pedir é que as pessoas colaborem com material que já não estejam a utilizar, mas que esteja em boas condições, como brinquedos que os seus filhos já não usem, vestuário e peças desportivas que já deixaram de servir mas que estejam em boas condições e material escolar”, explicou o dirigente.

Esta recolha realiza-se nesta altura do ano, para que o material que é solicitado seja entregue e esteja disponível para as crianças carenciadas no início do próximo ano letivo.

A AAUTAD solicita a participação da comunidade académica e comunidade vila-realense nesta campanha de solidariedade, cuja recolha é feita até 29 de Junho, na sede da associação académica da academia transmontana, situada no campus.